Reforma da Arena de Esportes da Bahia avança com substituição de estruturas oxidadas e intervenções na área da piscina | SECOM
A obra de reforma e requalificação da Arena de Esportes da Bahia, localizada na praia de Ipitanga, em Lauro de Freitas, segue em andamento. Iniciados em agosto, os serviços receberam, na tarde desta quinta-feira (18), mais uma visita técnica de engenheiros da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), autarquia vinculada à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) e responsável pela administração do equipamento.
De acordo com o engenheiro civil Thiago Senna, responsável técnico pela obra, a fase atual concentra-se na substituição de elementos estruturais comprometidos pela ação do salitre. “Após a conclusão do serviço de limpeza geral da área e da remoção de equipamentos danificados, estamos realizando a substituição das peças oxidadas da estrutura do prédio destinado ao ginásio”, explicou.
Em outra frente de trabalho, equipes atuam na área da piscina, com a remoção do piso existente para posterior correção de parte da estrutura. As intervenções fazem parte do projeto de modernização do complexo esportivo executado pela Construtora Sena Júnior Eireli.
O contrato prevê a reforma completa do ginásio e do prédio administrativo, além de intervenções na área externa, como a requalificação da área de lazer da piscina e do reservatório externo em concreto armado. O projeto inclui ainda a construção de uma quadra de beach soccer (30 x 40 metros) e de uma areninha com campo de grama sintética (40 x 20 metros), alambrado de 120 metros de extensão e três metros de altura, rede superior de proteção em nylon e sistema de iluminação em LED.
O investimento total na reforma dos dois prédios e na construção dos novos equipamentos esportivos é de R$ 11,3 milhões. O diretor de Operações de Espaços Esportivos da Sudesb, Danilo Xavier, que também acompanhou a visita técnica, destacou que todos os materiais previstos no termo de referência da licitação foram definidos considerando a localização do equipamento, em área de alta salinidade. “Nossa equipe técnica estabeleceu o uso de materiais altamente resistentes, semelhantes aos utilizados na indústria naval, como tintas especiais, peças de alumínio e aço inox, garantindo maior durabilidade e segurança para o equipamento”, afirmou.
Fonte: Ascom/Sudesb
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