Derrite quer mudança na condução de audiências de custódia
Relator do chamado Projeto Antifacção, o deputado federal Guilherme Derrite (PL-SP) defendeu mudanças na forma como são conduzidas as audiências de custódia – ato processual que garante que toda pessoa presa em flagrante ou por força de um mandado judicial seja ouvida por um juiz em, no máximo, 24 horas.
No passado, o ex-secretário de Segurança já dizia ser favorável a restringir os casos em que o detento tem direito a passar por audiência de custódia, mas não de extingui-la.
“Recebi uma sugestão que, provavelmente, vai se tornar uma emenda, para alterar a questão da audiência de custódia.”
O relator participou, na manhã desta quarta-feira (12), de sessão solene no Congresso Nacional, em Brasília, que homenageou os quatro policiais mortos durante a Operação Contenção, deflagrada no último dia 28, nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro.
Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30
Policial militar desde 2003, Derrite já criticou as audiências de custódia em diversas ocasiões, inclusive quando respondia pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo – função que deixou na semana passada a fim de reassumir, temporariamente, o mandato parlamentar e, assim, assumir a relatoria de outro projeto de lei que já tramitava na Câmara dos Deputados e que, entre outras coisas, propunha equiparar facções criminosas a organizações terroristas.
“Eu tinha sido designado para voltar para a Câmara para relatar um projeto antiterrorismo do deputado federal Danilo Forte (União-CE), mas após a Operação Contenção, o governo federal encaminhou outro projeto, às pressas, e o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, me designou para ser o relator e juntar o que havia de bom em cada um dos dois projetos.”
Em apenas cinco dias, Derrite apresentou três textos alternativos ao projeto que o governo federal encaminhou ao Congresso Nacional e que, agora, está sendo chamado de “marco legal do combate ao crime organizado”.
A última mudança foi anunciada na noite de terça-feira (10), mantendo as atribuições e autonomia da Polícia Federal (PF) e não equiparando facções criminosas como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) a grupos terroristas.
“Também estamos entregando penas mais duras, de no mínimo 20 anos, que podem chegar a 40 anos, com aumento de 2/3 se os crimes forem cometidos contra agentes de segurança pública. E mais do que imputar uma pena que pode chegar a 60 anos de prisão, condenados terão que cumprir 85% da pena em regime fechado. Este é o paradigma que muda a segurança pública no país.”
setembro 14, 2026Ciência ainda não foi lembrada na campanha eleitoral, diz SBPC - Leia Mais...
outubro 5, 2026Mãe e ex-Rainha de Rodeio: quem era a jovem que... - Leia Mais...
outubro 29, 2025Ler ensina empatia a crianças, diz presidente da Biblioteca Nacional - Leia Mais...
abril 2, 2026Páscoa no Abaeté terá programação especial com brincadeiras, cultura e... - Leia Mais...
outubro 6, 2026Dr. Luizinho diz que Douglas Ruas é o governador do... - Leia Mais...
maio 7, 2026Governo da Bahia abre quatro editais culturais para o São... - Leia Mais...
janeiro 6, 2026Nova lei obriga hospitais a orientar pacientes sobre benefícios do... - Leia Mais...
fevereiro 16, 2026Pobreza afeta desenvolvimento de bebês desde 6 meses, mostra pesquisa - Leia Mais...
maio 5, 2026Etapa Salvador da Cozinha Itinerante 2026 traz comida como cultura... - Leia Mais...
maio 20, 2026Governo da Bahia lança edital de R$ 25,6 milhões para... - Leia Mais...
setembro 29, 2026Bebê de 1 ano e meio foge de creche e... - Leia Mais...
novembro 27, 2025CPMI do INSS aprova dois pedidos de prisão preventiva - Leia Mais...











