Tarcísio autoriza criação do primeiro hospital público inteligente do Brasil

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), deu um passo decisivo para transformar a estrutura de saúde pública no país ao assinar, nesta sexta-feira (14), a autorização para a implantação do Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI). O equipamento, que será administrado pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, nasce com o título de primeiro hospital público inteligente do Brasil — um marco que coloca São Paulo no centro da inovação em saúde.

O projeto é resultado de uma parceria entre o governo estadual, o Ministério da Saúde e a USP, e aposta em tecnologia de ponta como inteligência artificial, ambulâncias conectadas em 5G e sistemas avançados de telessaúde. A promessa é ousada: reduzir de até 17 horas para cerca de duas horas o tempo de atendimento em casos graves, segundo estimativas do próprio Ministério da Saúde.

O investimento inicial é robusto. Estão previstos US$ 320 milhões (aproximadamente R$ 1,7 bilhão) para construção e compra de equipamentos, recursos que deverão ser requisitados ao Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), instituição vinculada aos Brics. Além disso, o custeio anual deve alcançar R$ 1,24 bilhão — sendo R$ 1 bilhão do governo de São Paulo e R$ 240 milhões da União.

A divisão de responsabilidades foi definida: o governo estadual fará a cessão temporária do terreno e integrará o futuro hospital à rede do SUS paulista, enquanto o Ministério da Saúde ficará encarregado de construir o prédio e equipá-lo com a infraestrutura tecnológica necessária.

Tarcísio comemorou o avanço e reforçou a estratégia de seu governo. “O primeiro hospital inteligente do país reforça nossa vocação de São Paulo para unir tecnologia, ciência e gestão eficiente”, afirmou. Para ele, o acordo coloca o estado na liderança de um movimento que visa modernizar o SUS e aprimorar o atendimento à população.

Com o início das obras e a articulação política entre diferentes esferas, o ITMI surge como símbolo de uma disputa por protagonismo na saúde pública — uma área cada vez mais central no debate político nacional.

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