Motta convoca reunião de líderes para votar PL do fim da escala 6×1
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira (15) que convocou para a tarde de amanhã (16) uma reunião do colégio de líderes para tratar do projeto de lei (PL) 1838/26, do governo federal, que acaba com a escala de seis dias de trabalho para cada dia de folga, a escala 6X1.
O objetivo é ter pontos do texto esclarecidos pelo relator, o deputado federal Léo Prates (Republicanos-BA).
Encaminhado pelo governo em abril, o projeto define em 40 horas semanais o limite da jornada normal de trabalho na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e oito diárias, além de garantir ao trabalhador dois repousos semanais remunerados de 24 horas consecutivas.
Por ter sido encaminhada em regime de urgência, a proposta está trancando a pauta do plenário da Câmara, que só pode deliberar propostas de Emenda à Constituição (PECs), Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) e requerimentos de urgência até que o projeto seja votado.
“Convoquei Reunião de Líderes para amanhã (16), às 14h. Na ocasião, o deputado @leopratesba vai esclarecer pontos do seu parecer sobre o PL que acaba com a escala 6×1, apesar de já termos aprovado a PEC sobre a redução da jornada de trabalho. Com a apreciação da matéria, destravamos a pauta da Casa”, escreveu Motta em uma rede social.
>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp
Na quinta-feira (11), Motta designou o deputado Leo Prates, que também relatou o texto da PEC que acabou com a escala 6×1, como relator do projeto. O texto aprovado no final de maio reduziu a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e estabelece a escala de cinco dias de trabalho por dois de folga (5×2). A atualmente a PEC está em análise no Senado Federal.
Além do projeto de lei que acaba com escala 6X1, os líderes vão debater ainda o PL 896/23, que equipara a misoginia ao crime de racismo, o que a torna inafiançável e imprescritível.
Na última quarta-feira (10), a coordenadora do grupo de trabalho que debate a proposta, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), apresentou uma nova versão do texto, que já foi aprovado no Senado.
“Já a deputada @tabataamaralsp apresentará os resultados do GT da Misoginia. Devemos votar os dois projetos em plenário ainda nesta semana”, completou Motta.
A relatora alterou principalmente a definição de misoginia.
“A fim de preservar a uniformidade conceitual da legislação penal e processual penal sobre o tema, propomos a substituição dos termos ‘ódio’ e ‘aversão’, previstos no projeto para a caracterização da misoginia, pelas expressões ‘menosprezo ou discriminação’ em razão da ‘condição de mulher’.”
maio 8, 2026Fies 2026: pré-selecionados devem validar informações até segunda - Leia Mais...
janeiro 25, 2026Suspeito de assaltar Maria Prata foi preso ao buscar encomenda;... - Leia Mais...
janeiro 20, 2026‘Cenas Curtas’ abre inscrições para apresentação de esquetes de artistas... - Leia Mais...
novembro 12, 2025Senado confirma Edvaldo Nilo de Almeida para o CNMP - Leia Mais...
abril 14, 2026Governo da Bahia pavimentará mais de 70 km de rodovias... - Leia Mais...
maio 29, 2026É factoide do clã Bolsonaro para desviar do caso Master,... - Leia Mais...
abril 16, 2026José Guimarães diz ser contra socorro do governo federal ao... - Leia Mais...
abril 15, 2026Estudantes da rede estadual celebram literatura, na abertura da Bienal... - Leia Mais...
julho 6, 2026Abastecimento de água será interrompido em cidades baianas nesta quarta-feira... - Leia Mais...
fevereiro 28, 2026Formalização da Agroindústria de Pequeno Porte é tema de seminário... - Leia Mais...
maio 13, 2026Bahia vai sediar 2º Simulado Operacional dos Corpos de Bombeiros... - Leia Mais...
janeiro 6, 2026CAR abre seleção de projetos produtivos para comunidades quilombolas e... - Leia Mais...











