PF deflagra 3ª fase da Operação Compliance Zero e bloqueia até R$ 22 bilhões por ordem do ministro André Mendonça

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (4), a terceira fase da Operação Compliance Zero, ampliando o cerco contra um grupo investigado por ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos.

A ofensiva foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal e inclui o cumprimento de quatro mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e Minas Gerais.

Bloqueio bilionário e afastamento de cargos

Entre as medidas determinadas pela Corte estão ordens de afastamento de cargos públicos e o sequestro e bloqueio de bens que podem chegar a R$ 22 bilhões.

Segundo a PF, o objetivo é interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar valores potencialmente relacionados às práticas ilícitas apuradas.

O impacto financeiro da operação chama atenção nos bastidores de Brasília e no sistema bancário, diante do volume expressivo de recursos atingidos pelas medidas judiciais.

Apoio do Banco Central

As investigações contam com o suporte técnico do Banco Central do Brasil, que auxilia na análise de movimentações financeiras e no rastreamento de ativos.

A atuação conjunta reforça a dimensão do caso, que envolve possíveis estruturas sofisticadas de ocultação de patrimônio e transações financeiras consideradas suspeitas.

Organização criminosa na mira

De acordo com os investigadores, há indícios de que os crimes foram praticados por organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas e uso de recursos tecnológicos para dificultar o rastreamento das operações.

A nova fase da Compliance Zero amplia a pressão sobre os investigados e indica que o STF acompanha de perto o avanço das apurações.

Repercussão

A operação deve provocar desdobramentos tanto na esfera judicial quanto política, especialmente se confirmadas conexões com agentes públicos.

A Polícia Federal informou que novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das diligências e o cumprimento das medidas judiciais.

Fonte: Clique aqui

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