Professoras do CPM de Candeias participam do 6º Congresso Internacional Mundos Indígenas, em Salvador | SECOM
Educadoras do Colégio da Polícia Militar (CPM) Francisco Pedro de Oliveira, localizado no município de Candeias, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), levam seus projetos desenvolvidos na unidade escolar ao 6º Congresso Internacional Mundos Indígenas (COIMI) – Abya Yala. Iniciada nesta quarta-feira (25), na Universidade do Estado da Bahia (Uneb), a edição 2026 do evento científico e cultural focado nos povos originários prossegue até sábado (28), com o tema central “Histórias, territorialidades e saberes indígenas”.
Marta Maria Gomes, professora de Língua Portuguesa, e Juliane do Rosário Melo, de Artes, apresentam, respectivamente, os projetos “As interfaces entre artes e literatura: um estudo lexicológico da expressão cultural indígena a partir de uma prática pedagógica interdisciplinar” e “Experiências decoloniais no ensino de artes e literatura: matrizes indígenas no Ensino Médio. Os trabalhos focam na relação com a natureza e sustentabilidade, buscando despertar a consciência crítica e o engajamento em defesa dos direitos e da cultura desses povos.
Os projetos das docentes trazem relatos de experiência vividas na Mostra Científica e Cultural 2025, do CPM de Candeias, “que teve como objetivo valorizar as manifestações artísticas e culturais desenvolvidas pelos estudantes, fortalecendo o vínculo entre educação e cultura, além de promover experiências voltadas ao repertório cultural dos participantes”, como explica a professora Juliane. Ela acrescenta que o tema da mostra (“Sustentabilidade”) foi alinhado à demanda da Secretaria de Educação do Estado (SEC) para a Jornada Pedagógica de 2025, cuja temática foi “Educação sustentável, inovadora e que cuida das aprendizagens”.
Participar desse congresso, afirma a educadora, é de “extrema importância” para os docentes da rede pública estadual, “por ser uma oportunidade para ampliarmos o alcance de práticas pedagógicas que reconhecem a diversidade cultural brasileira e a urgência de uma educação inclusiva e decolonial”. Isso porque o evento, destaca, “possibilita o diálogo entre educadores, pesquisadores e representantes de povos originários, fortalecendo a troca de saberes e impulsionando ações que defendem os direitos e a preservação das culturas indígenas, essenciais para construir um futuro mais justo e sustentável.
O COIMI, enfatiza a professora Juliane, traz propostas pedagógicas “que fazem um recorte sobre a questão indígena, estabelecendo diálogo entre docentes dos componentes curriculares Artes e Literatura e Movimentos Sociais na Bahia, no Ensino Médio”.
Fonte: Ascom/SEC
- junho 2, 2025Roda de conversa debate importância do financiamento da educação pública - Leia Mais...
novembro 1, 2025Aneel mantém bandeira vermelha 1 na conta de luz em... - Leia Mais...
dezembro 11, 2025Câmara dos Deputados desafia STF e mantém mandato de Carla... - Leia Mais...
outubro 25, 2025Belo Horizonte passa a ter Dia do Casamento Monogâmico Cristão - Leia Mais...
outubro 9, 2025Simões Filho firma Termo de Adesão ao Projeto Educação Inclusiva... - Leia Mais...
dezembro 9, 2025Com Projeto Registra Bahia, governo estadual avança na regularização fundiária... - Leia Mais...
janeiro 22, 2026Sisu 2026: inscrições para 274,8 mil vagas terminam nesta sexta-feira - Leia Mais...
março 7, 2026Bahia chega a 52 taças e está no Ranking isolado... - Leia Mais...
novembro 4, 2025Relação com professor ajuda aluno na construção de propósito de... - Leia Mais...
novembro 27, 2025CPMI do INSS aprova dois pedidos de prisão preventiva - Leia Mais...
março 27, 2026Bahia investe R$ 24,04 bilhões em três anos com foco... - Leia Mais...
fevereiro 20, 2026Vereadores participam da 1ª Sessão Extraordinária do ano em Simões... - Leia Mais...










